sábado, 31 de dezembro de 2011

41 Dias!

Prometo que essa é a última música abandonada pela Calçada Alves, mas eu precisava de inspiração. Sem muita enrolação, Nação Zumbi tocando Da Lama ao Caos.





obs.: acho que eu já tinha colocado essa música no blog há algum tempo, mas nem lembro mais.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

42 Dias!

Seguindo o clima das últimas três músicas, aqui vai um som que a gente (Calçada Alves) desistiu de tocar. Fui eu que sugeri, mas agora já nem sei mais se tenho vontade, hehe. E pra variar, uma versão.

Cajamanga, com Tudo Azul do Lulu Santos.



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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

43 Dias!

PARA TUDO!!


O que é esse vídeo?
kkkkkkkk

Vou tentar listar tudo o que captei durante a música.
Começa pelo próprio Titãs. Quase todos já saíram da banda, mas ela continua existindo. Segundo: pega esse playbackzão rolando, com direito a um "projeto de bateria" com um prato e caixa clara, hahaha. Agora o mais bizarro: Quem é aquela mulher "cantando" junto nos microfones?!? Até separei um gráfico que mostra a linha do tempo dos integrantes do Titãs, mas não tem nenhuma mulher no meio.
Pega esse Chacrinha subversivo recebendo música desse tipo num programa de TV. Sem falar no vanguardismo para as roupas coloridas à la Restart.

Chega de falar. Melhor é ver o vídeo.








Histórico da formação do Titãs

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

44 Dias!

Hoje são duas músicas em uma! As duas canções se encaixam muito bem, e os arranjos ficaram bem bacanas nessa versão. Mais uma vez, uma versão de uma música de Chico Buarque, mas dessa vez misturada com Titãs. Curte aí o som da banda Anahatta.



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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

45 Dias!

Podem falar o que quiserem. Eu escuto Pitty e gosto. Se até o João Barone falou que ela é um dos expoentes do rock nacional, quem sou eu pra ser contra?
Para essa apresentação eu pago um pau. A música do Chico Buarque é sensacional e a versão feita pela Pitty com a Nação Zumbi deixou um clima bem pegado. Vale o play.



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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

46 Dias!

Eu adoro esse DVD Music For Montserrat. É tão bem recheado de pérolas da música mundial qu fica difícil escolher só uma para compartilhar aqui. Mas vou usar o critério "peso" dos nomes da galera que está no palco. Fiquem aí com Mark Knopfler, Eric Clapton, Sting e Collins.


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domingo, 25 de dezembro de 2011

47 Dias!

Não sei porque, mas o clima desse vídeo me lembra domingo. Muito bom o som. Curte aí.





Aproveito para reproduzir o comentário infame sobre o Carlos Santana: "ele deve ter voltado à pé de Woodstock, porque só se ouvir falar nele de novo no início dos anos 2000."

Essa frase não é minha.

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sábado, 24 de dezembro de 2011

48 Dias!

Não que o blog deva respeitar as datas comemorativas do ano, muito pelo contrário. Vou colocando músicas de acordo com a lua e que me vem a cabeça. Este aí foi o primeiro registro que conheci da banda Soundgarden.




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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

49 dias!

Continuando a contagem regressiva dos 50 dias postando músicas, hoje vai um som nacional para dar uma desbaratinada.




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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

50 dias: WTF?!?!

Pois então.
Chegou o Natal e nada da galera conseguir alcançar metade das metas listadas no final de 2010. Eu pelo menos acho que não consegui. Nem trocar de computador eu consegui. As pessoas não conseguem alcançar metas "reais", mas chega nessa época do ano e aparecem brincadeirinhas na web. Já vi gente dizendo que vai escutar uma banda por dia durante 60 dias. Outros apareceram com um tal de um perfil chamado "Desafio dos 50 Dias". Eu tenho certeza que não dou conta de fazer essas coisas, mas não nego, vou tentar.

Vou inventar minhas próprias regras.
Daqui 50 dias, quem sabe, quero ter compartilhado 50 músicas aqui no blog. Se tudo der certo, vão ser músicas de qualidade. Também vou tentar não repetir artistas.


Pra começar vou mandar uma baladinha rock que conheci esses dias. The Subways.



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domingo, 11 de dezembro de 2011

Sobre tocar na noite

Essa semana, o Alfredo apareceu com um vídeo muito bacana falando sobre tocar na noite. Eu arrisco a dizer que concordo em gênero, número e grau com o que os caras falam. Por outro lado, senti a necessidade de fazer um paralelo com a realidade musical para as bandas de Joinville.

Dá um play aí pra entender do que estou falando.




Pensa numa cidade do tamanho de São Paulo. Se em Joinville tem pelo menos uma banda boa por bairro, imagina em uma metrópole de verdade. Deve ser pior que uma briga de foice entre dois cegos no escuro! Por esse lado, Joinville ainda está numa boa.

As bandas que estão inseridas no cenário local se conhecem e se respeitam, sem falar que possibilitam (e até estimulam) que outras surjam e cresçam. Para quem conhece mais que 10 bandas da cidade, já dá pra perceber como se formam as panelinhas, mas isso é papo pra outro post. Fora isso, ainda é fácil conseguir chegar numa casa de show e quem sabe até tocar numa rádio.


O profissionalismo

O mercado joinvilense está se diversificando e crescendo. Logo, quem se mostrar mais profissional vai conseguir ir mais longe. Isso serve para as bandas, para as casas e para os organizadores de shows.
Destaco algumas coisas que quando se somam fazem a diferença. Cumprir aquilo que foi acordado, como horário de início de show. Não tem coisa mais chata que atraso. Os envolvidos precisam ter uma boa rede de contatos. E se preocupar com a qualidade de equipamentos. Sei que está tudo meio confuso, mas a intenção era deixar bem genérico mesmo.


O Cachê

A lei da oferta e procura também funciona perfeitamente para o mercado musical. ATENÇÃO bandas novas: não passem a vida inteira tocando de graça. É preciso saber ser maleável e perceber quando alguma situação requer sacrifício financeiro. De outro modo, quando você toca de graça ou por algumas cervejas, você está FERRANDO com as outras bandas da cidade. Você nunca vai receber um cachê de verdade enquanto ficar se vendendo por mixarias. E o cenário local agradece.

Joinville tem um problema crônico. As duas casas de referência para o rock têm agenda fechada e dificilmente abre espaço para bandas novas. As demais são inconstantes. Um dia lota e no outro dia dá prejuízo. Azar o da banda que estiver tocando. Fica a dica: fique o menos possível atrelado a Joinville. Até Florianópolis é um pulo.


O Público.

Ah... o público. Só quero reforçar o que o vídeo fala: uma casa abre e não tem garantia de que vai ter público? Fecha essa merda então!
Posso estar pecando com a minha banda, mas como jornalista, não posso deixar de fazer a minha parte da divulgação, mas acho completamente errado ser responsabilidade da banda trazer gente pra ver. Se for pra ficar com um percentual arrecadado com as entradas, mas só ter amigos da banda, eu mesmo faço um show para os amigos.

Aí vai mais um vídeo da produtora Oompa Loompa. Agora, falando sobre ser músico.


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Só no aleatório [2]

Ainda no clima de deixar o Winamp trabalhar sozinho, ele achou uma outra banda que estava perdida. O nome é MGMT. À princípio, não cheira e nem fede, mas é massa pra ficar ouvindo como plano de fundo.






Na mesma linha da MGMT lembrei de um grupo chamado Empire Of The Sun. Tem um som bem louco.



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Só no aleatório

Hoje deixei o Winamp fazer sua playlist aleatória no meu acervo que perdi a conta do tamanho depois que passou das 18 mil músicas. E uma das raridades encontradas foi um som da banda Os Mutantes. Não encontrei uma versão ao vivo deles no youtube, mas essa do Marcelo Jeneci tá valendo.


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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Aquela balada triste

Algumas vezes eu pego o violão só para ficar batendo algumas notas soltas
Tanto faz o que eu esteja pensando, sempre acabo na mesma balada triste
Aos poucos os dedos parecem que vão perder a batalha contra as cordas
Não sei se é algum sentimento querendo se manifestar naquilo que não existe

Tudo aquilo que quero não consigo falar
Tudo aquilo que sinto não posso expressar
Essa agonia que consome por dentro
Que ao mesmo tempo não consigo calar

Não quero que isso faça sentido nem que as coisas sejam como em conto de fadas
Poucos momentos parecem perfeitos, mas eles se desfazem em instantes fugindo pelo meio dos dedos
E é aquela balada triste que vem para consolar aquilo que nem sei ao certo como explicar
Sempre tem um bom e velho radio para fazer até arrepiar os pelos

Tudo aquilo que quero não consigo falar
Tudo aquilo que sinto não posso expressar
Essa agonia que consome por dentro
Que ao mesmo tempo não consigo calar

Eu quero ajudar alguém a encontrar aquilo que ainda nem sabe o que procura
Não há solução para isso.
Não há solução para isso.
Nem essa balada triste pode ajudar.
Só quero que essa canção fale por si só, até mesmo sem ser cantada.




Se alguém conseguir encaixar uma melodia nessa letra aí, pode roubá-la para si.

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Férias com música

Dei uma pequena pausa não intencional nas postagens no blog, mas agora que a correria está passando vou voltar a compartilhar algumas coisas. Eu queria fazer uma boa indicação de música para hoje, mas quando vi esse vídeo do Smashing Pumpkins lembrei instantaneamente de outra banda. Também com um careca cantando e uma mulher no baixo, vai um Pixies como bônus.





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