segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Eu quero tocar!

Este musicão está na fila dos sons que eu ainda vou tocar. Boa noite.




Com isso, eu constato que não tocamos nenhum Ligião Urbana na Calçada Alves.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

É rock nacional

Este ambiente ficou muito tempo sem ser atualizado, bem como abandonei nos últimos dias o hábito de escrever algumas coisas para este blog. O motivo é simples: trabalho. Mas agora que já gastei um tempo garimpando uns vídeos, vou deixar minhas dicas musicais para hoje.

Os sons de hoje são 100% brasileiros e bem velhinhos. Mais precisamente do final da década de 60 e início da década de 70.

Dá o "pray" aí.







Só pra deixar claro: os vídeos não são necessariamente da mesma época da composição das músicas.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Por que participar de instâncias representativas?

Hoje, veio oficialmente à tona a informação que os estudantes do Bom Jesus/Ielusc poderão ser representados em duas instâncias: a câmara de ensino superior e da comissão de revisão da grade curricular do curso. Sei que alguns leitores desse blog não têm a menor noção do que diabos é essa instituição que estudo simplesmente por não serem de Joinville. Pois bem, vou tentar fazer uma explicação genérica e aplicável para outras situações.

Poder participar de uma câmara de ensino superior não é nenhuma dádiva. Muito menos o caminho mais perto para se chegar a alguma conquista para os estudantes. A organização das bases ainda é o caminha mais eficaz. Acho que essa instância não é prioridade alguma. E explico.

No caso do Bom Jesus/Ielusc, esse grupo é composto pelos coordenadores de cada curso, coordenadores de setores da instituição, direção geral e agora um estante (talvez seja um por curso). A câmara de ensino superior é uma instância deliberativa. Coisas importantes são encaminhadas lá. É o caso de decidir se um curso será oferecido novamente ou não. Agora me digam, qual a diferença faz se um estudante estiver no meio? Vai mudar o resultado de alguma possível votação? Não. Os estudantes sempre serão minoria. Algum funcionário até pode ser contra a direção, mas dificilmente será, pois zela por seu emprego.

Anunciar aos quatro cantos a participação dos estudantes nesse grupo só me parece uma coisa: propaganda. Por todos os lados, diga-se de passagem. A nova direção (no caso do Ielusc) que quer se mostrar mais flexível e disposta a dialogar. E o movimento estudantil que quer mostrar que está fazendo alguma coisa.

Não sou tão pessimista assim com a representatividade. Acredito que há casos onde mesmo sendo a minoria, seja importante permanecer participando. Um exemplo prático: a Esquerda Marxista do PT. Muitas pessoas criticam que essa ala do partido continue dentro dele, mas só estando lá dentro é que será possível buscar um retorno do partido às origens.

Mas voltando ao tema inicial (a notícia da participação nas instâncias), o que mais me chamou a atenção foi que essa notícia veio através do coordenador do curso de jornalismo. Existe um Diretório Central dos Estudantes (DCE) e um Diretório Acadêmico de Comunicação Social (DACS), mas que nem em suas redes sociais (leia-se blogs) divulgou a notícia, muito menos começar a organizar a “escolha” dos representantes nessas instâncias.

Contudo, a críticas às entidades ditas representativas rende uma postagem exclusiva que deixo para outra hora. Por enquanto é isso.

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Um pouco de punk

Sem muita enrolação, como todo bom punk.


Inocentes.





Replicantes


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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sensacional

Tá aí um grupo que se eu visse a apresentação ao vivo subiria no palco e dava um beijo em cada músico. Simplesmente fantástico o que os caras fazem. Só assistindo pra entender.




Mais um vídeo para mostrar a versatilidade desses instrumentos clássicos. E se algum dia em for aprender a tocar alguns instrumento de verdade, que seja um violão celo.


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domingo, 16 de outubro de 2011

Mais um som na madruga

Mais um som para embalar as madrugadas sem sono. Por hoje esse é o último, mas não porque eu vá ficar sem conteúdo para amanhã, e sim pra não entregar o jogo todo de uma vez.

Beirut, pra desbaratinar.


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Som na vitrola

É sempre uma sensação de satisfação muito grande encontrar novos artistas e que fazem uma arte que me deixa alegre. A dica da vez foi minha "descoberta" dos últimos dias: Arcade Fire. Não sei nada sobre a banda, mas a presença de palco deles me cativa. Curte aí o som.


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O caminho das pedras jornalístico

A diversidade de dilemas vividos por estudantes universitários é imensa, mas hoje vou tratar de um problema com o qual coexisto desde quando larguei meu último emprego não jornalístico.

Começando pela possibilidade de acesso e manutenção da formação superior. Se você mora em Joinville e tem a intenção de ser um jornalista, prepare-se. No mínimo, terá de desembolsar uns R$700,00 só para pagar a mensalidade do único curso da cidade. Junto vem o transporte, alimentação, livros, etc. A outra possibilidade é tentar (veja bem, eu disse TENTAR) passar em uma universidade pública, em Florianópolis ou Curitiba, para não ficar tão longe da família. Segundo problema: a faculdade pode até ser gratuita, mas aí vem a hospedagem, transporte intermunicipal, etc. Custos que acabam deixando elas por elas. Mas convenhamos: estudando em Joinville dá para ter um emprego durante o dia, já nas instituições federais, por ser aula em período integral, fica inviável.

Partimos para o mercado de trabalho. O jornalista é um profissional com habilidades que poucos têm. Em geral, domina a escrita, fala bem, sabe lidar com as pessoas, tem influência na sociedade e tantas outras coisas mais, mas ostenta o incrível piso salarial de R$ 1.300,00 em Santa Catarina. Qualquer pessoa que tenha noções básicas de matemática percebe que o investimento gasto nessa formação vai demorar muito para ter retorno.

Mas uma coisa é fácil nessa vida de jornalista: entrar no mercado. Com oito meses de curso eu consegui meu primeiro estágio. Ah os estágios. Se um profissional formado ganha R$ 1.300,00, imaginam quanto não ganha um estagiário. Lembro que no meu primeiro estágio ganhava R$ 304,00 (já com o vale transporte incluído). E isso que meu empregador era minha própria faculdade.

Aí vem o grande dilema. Você quer estudar, mas tem que pagar um valor fora dos padrões de remuneração do mercado. Ou melhor, os empregadores não pagam o suficiente para que consiga completar sua formação. Afinal de contas, tem alguém preocupado com a qualidade (ou necessidade) dessa formação?

Outro problema é o reconhecimento do profissional por sua entidade de classe. Mesmo com todos esses problemas vividos pelos estudantes, se algum desses infelizes conseguir um emprego que o registre como Jornalista, o próprio sindicato cai malhando o pau. “Jornalista tem que ter diploma.” Retorna o dilema. Como eu vou conseguir meu diploma se tudo ao meu redor me impede?

Na realidade que vivo, só percebo os problemas ao meu redor, e pouquíssimas pessoas preocupadas em mudar isso. Falta atitude dos sindicatos, diretórios estudantis e dos próprios estudantes. O mundo do jornalismo não é só gramour, mas essa é uma impressão que surge nos jovens quando fazem o vestibular e parece nunca desaparecer. Jornalista é tão peão quanto um operador de prensa numa fábrica de compressores.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A bola da vez

Há algum tempo eu vinha me perguntando: qual será o legado musical deixado pela atual safra de músicos? Ou então: daqui 30 anos, quem serão os ídolos daquela juventude? Meu palpite é Dave Grohl.

Escuto muita gente reclamando que hoje não se produz arte com conteúdo como antigamente. Mas acho que parte dessa impressão se deve pela contemporaneidade dos artistas. Os Bealtes eram uma febre no início da sua carreira, mas talvez nunca se imaginou que seus feitos seriam lembrado de tal forma ainda hoje.

Por isso reafirmo: se meus filhos gostarem de rock, eles vão lamentar não terem tido a chance de ver Dave Grohl se apresentando ao vivo. Na sequência fica um pouco da história dele.


Essa foi a primeira banda de Dave Grohl, a Scream.



Já no início dos anos 90 assumiu o posto de baterista de uma das bandas mais importantes da última década do século passado, o Nirvana.


A história do Foo Fighters merece um destaque. Quando o Nirvana acabou, Dave escreveu algumas músicas, gravou tudo sozinho, apresentou o resultado para algumas gravadoras e chamou o restante da banda para só fazer sucesso. Mas nessa fase passando a ser guitarrista e vocalista




Em 2009, participou do projeto Them Crooked Voltures, que tem nada mais, nada menos, que John Paul Jones como baixista.



Também em 2009, participou do álbum solo do Slash participando na música Watch This. Resumindo, o cara é foda.







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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Live Blogging da aula de hoje

Seja o que Deus quiser.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Carga preciosa

Uma charadinha para os leitores.
Qual a diferença entra os dois amarelinhos?













No caminhão da Skol o motora presta mais atenção na carga.









obs.: não era pra ter graça. É uma crítica social ¬¬

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Fundo do poço

Parece que virou moda se auto depreciar participando de propagandas só para aparecer um pouco na mídia. Quando as coisas andam numa má fase, tem gente que diz que só não vende a alma pro diabo, ou então que até vende a mãe, mas não entrega. Mas e aí? É o fundo do poço ou não é?


Tudo começou com Beto Barbosa e sua maldita música Adocica, que só de pronunciar o título já não sai mais da cabeça.





Depois veio o Biafra esculachando com tudo.




E o mais recente, e mais sutil, André Segati, no comercial da Kuat. Bom... ele participou do comercial só pro sobrenome rimar mesmo.


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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Mais achados da rádio Udesc

Meus termos de busca são os melhores possíveis para montar a programação da rádio Udesc. Entre os mais usados estão "rock brasil", "sucessos" e "pop rock", mas não se descarta o "não classificados". Não muito raro, eu encontro bandas que estavam no arquivo morto do meu cérebro. Foi o caso de Twisted Sister.

Antes de colocar os vídeos, tenho uma dúvida: só eu percebo uma semelhança gigante entre eles e o Kiss?

Aí está:



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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mais entrevista - Leonardo Boff

Em todos os meus anos de caminhada pastoral (não são muitos), eu nunca parei para prestar atenção nesse tal de Leonardo Boff. Nunca se quer li um artigo publicado no A Notícia, mas depois dessa entrevista para o programa É Notícia pretendo começar a prestar mais atenção.

Tirando o fato que o repórter parece estar encantado com o entrevistado, até que foi boa entrevista. Vale a pena assistir inteira.






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Cazuza das antigas - entrevista

Enquanto assistia a esse vídeo eu ficava pensando: por que nunca vi isso antes? Muito interessante essa entrevista. O Jô Soares já era um boçal naquela época, mas o nível da conversa era outro. Faz muito tempo que não vejo uma entrevista na TV aberta discutindo política como essa do Cazuza. Quais são as bandas hoje que assumem sua posição política e falam abertamente sobre partidos e a sociedade?

Essa entrevista é de 1988 e o Cazuza morreu em 1990. Já pensou se ele estivesse vivo? Estaria xingando muito o PT no twitter, haha. Sim, porque o PT é um partido que não faz coligações. Naquela época era assim, mas muita coisa mudou. Só não muda a atualidade das letras do Cazuza. Os problemas da sociedade continuam os mesmos, mas os partidos têm mudanças de ideologias no meio da história.


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Ideologia. Eu tenho, e você?

Entre todas as minhas atribuições está ajudar os amigos mais necessitados. E foi numa situação dessas que escutei uma das linhas de raciocínio mais se noção dessa terra! Eu estava ajudando a captar o áudio da gravação de um documentário sobre o centenário da escola Conselheiro Mafra, quando um dos célebres entrevistados soltou que “o ensino superior público deveria ser abolido”. Nesse momento eu quase larguei o microfone boom na cabeça do careca.

Vou tentar reproduzir a proposta do cidadão.
O ensino superior deveria ser todo privado e bancado por bolsas de estudo. Quando o universitário entrasse no mercado de trabalho ele devolveria para o estado todo o dinheiro que fosse usado para pagar sua faculdade. O estado, em contrapartida, usaria esse reembolso para investir em ensino médio e fundamental público.

Não preciso nem dizer os interesses de quem ele representa. Além de despertar a ira, um pensamento assim deve servir de lição. Os caras que detêm os meios de produção estão muito bem articulados e convictos do que acreditam. E nós, peões dos chãos-de-fábrica?

Nada melhor que esse ícone da produção musical nacional para fechar o post;



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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Mais chuva em Joinville

Agora é momento merchan aqui no blog. Não sou o Carlos Moreno do Bombril, mas vou tentar vender meu peixe.

No final do mês passado estreou um novo blog na rede, o Chuva Ácida. Recomendo. É um ambiente para discussões adultas e que, quem sabe, gere frutos para a cidade, ou não.


Agora um videozinho para desbaratinar essa segunda-feira.




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