sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Money que é good e nóis não have

Daria para fazer uma playlist extensa com o tema dinheiro (ou falta dele), mas vou resumir a essas duas músicas, que foram as duas que passaram pela minha cabeça. Nada mais justo que esse tema para o dia que recebi meu "salário". O mundo até passou a ser menos doloroso por alguns instantes.




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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

é cláááássico!

Mais uma vez a rádio Udesc fazendo eu postar músicas aqui. Hoje uma ouvinte pediu Tina Turner e eu me lembrei dessa versão que acho muito massa de Proud Mary. A que toquei na rádio era com o Elton John, mas prefiro essa com o Ike Turner.


Solta o som




Na verdade a primeira vez que vi uma versão parecida com essa foi a banda Os Impublicáveis aqui de Joinville. Por sinal, ele tocam nesta sexta-feira (30/11) no Bovary. Se alguém for, digam que o pedido para tocar Proud Mary é por minha conta!

Maszá! Como essa geração Y faz questão de colocar tudo na internet, eu tinha certeza que haveria algum vídeo dos Impublicáveis para mostrar uma prévia. Não deu outra. Joguei na busca do youtube e apareceu de primeira. Aí está




E agora, só para os bons e forte: JACKSON FIVE, MAAAAAAN!!

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Atualização de "ditados"


Quando alguém está na merda financeiramente, é comum ouvir a expressão: "vender o almoço para comer a janta". Bom, quando não dá pra vender o almoço o negócio é comê-lo. No meu caso o "almoço" é só uma metáfora para outra coisa.


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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ordem dos tratores

Assim como eu me vi em dúvida ao assistir as diferentes versões da música Hot n Cold, vou fazer a provocação: recebendo as informações na seguinte ordem dá pra saber qual a versão original?








E agora? Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?
Segundo o site Second Hand Songs, a versão original, acreditem, é a da Katy Perry, do seu álbum de 2008. Entretanto, não tem como saber qual a mais recente das três.

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Mais década de 90

E a minha caminha pelos anos 90 vai cada vez mais fundo. As pérolas de hoje são da banda Semisonic. Não sei porque, mas na minha cabeça eu separo as músicas por sensações, vivências ou períodos da minha vida, e esses sons me remetem a um período que considero bacana, início dos anos 2000. Lembro de ter escutado essas músicas nas minhas aulas de inglês, com a teacher Fabíola.

Não sei dizer o que sinto, mas é uma sensação muito gostosa de experimentar, pena que não tenho como compartilhar com as outras pessoas. Espero que algum dia eu toque uma música que gere essa sensação em alguém. Nunca vou saber quando isso acontecer, mas vou tentando.

Chega de papo. É só aumentar o volume!




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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A lenda do índio velho



Rádio joinvilense é assombrada por lenda

O folclore de algumas regiões cria mitos e lendas que assombram ou acalentam pessoas. A Rádio Udesc FM de Joinville é um caso de local assombrado por uma entidade mística. O prédio é uma casa simples, de tijolos à vista, localizada na rua Otto Boehm, bem no centro de Joinville. A orientação para todo novo estagiário é de tomar cuidado com o Índio Velho. Segundo a lenda relatada por quem trabalha no local, a rádio teria sido construída em cima de um antigo cemitério indígena. A principal função do Índio Velho é tirar as coisas de sua normalidade. A história também é motivo de diversão para quem freqüenta o local.

Na lista das peripécias mais recentes da entidade está tirar a Voz do Brasil do ar sem qualquer explicação e colocar o áudio da TV Senado no lugar. O bolsista Diego da Silva Feijoó conta que devem ter na verdade vários índios. “O que faz o Sysrad (sistema responsável pela programação da rádio) dar defeitos é o mais ativo”, ressalta. Diego está na rádio desde o começo do ano de 2010 e já perdeu as contas de quantos casos de problemas inexplicáveis podem ser associados ao índio velho.

Alex Guilherme Schneider, ex-bolsista da rádio, freqüenta o local desde 2008 e explica que a criação da lenda foi necessária pela quantidade de problemas que acontecem na rádio. “Quando um computador era consertado, logo em seguida um condicionador de ar parava de funcionar. Nunca estava tudo funcionando 100%”, conta. Alex destaca que “é tudo uma brincadeira”.

Histórias

O momento que o índio mais assombra é durante os finais de semana. Todo sábado e domingo um bolsista precisa ficar de plantão – sozinho – na rádio para reparar qualquer tipo de problema. Parte das histórias sem explicação estão registradas em um livro de ocorrências. No dia 30 de maio de 2010, por exemplo, há o registro: “ontem o programa Canta Germânia entrou no ar mais cedo, mais ou menos duas horas antes”. Pouco tempo depois aparece outro caso: “a partir das 17h30 o som da rádio apresentou interferência de outra emissora”. A Voz do Brasil parece ser uma das preferências do índio: “a Voz do Brasil tocou no estúdio, mas não tocou no ar”, apresenta o registro do dia 3 de dezembro de 2010.

O sumiço de objetos de trabalho também costuma não ter explicações. Quanto menor, mais rápido desaparece. “Os adaptadores para os fones de ouvido sempre desaparecem, até chegar ao ponto de não ter mais nenhum”, conta Alex.

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Gerações

Ainda no clima de sensação de ter nascido na década errada, separei uns vídeos bem bacanas explicando um pouco melhor essa questão das gerações. Depois de assistir às cinco reportagens, descobri que de fato pertenço à geração Y, mas volta e meia dou uma passeada pelas X e Z.


Aí estão os cinco vídeos da série:





De brinde fica este outro vídeo também muito bacana sobre as gerações.



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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O fim de uma banda

Hoje, dia 21 de setembro, a banda R.E.M. anunciou o seu fim após 31 anos de carreira. Consideremos que com todo esse tempo junto e fazendo sucesso uma banda não termina. Tem muita gente que não aguenta produzir coisa nova estando dois anos com a mesma formação, imagine três década!

Por outro lado, temos Os Paralamas do Sucesso que caminham para os 30 anos de carreira e prometem não parar. Mas cada um é cada um. Uma carreira como a do R.E.M. é o suficiente para ensacar a viola e fazer o que quiser da vida.

Deixo minha humilde homenagem ao grupo.


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Década de 90

Tem muita gente que diz que nasceu na década errada. Parte dessa afirmação pode estar justificada pelo fato da história da música ser muito maior que o período que eu escuto música. Logo, tem muito mais coisas boas antes eu eu nascer.

Entretanto, ultimamente tenho pesquisado sons já da década de 90 e tenho encontrado muitas coisas boas. Músicas que eu lembro de ter escutado quando era criança e que, de fato, marcaram época. Por isso, hoje vou deixar duas músicas de uma banda que pretendo escutar mais a fundo, Stone Temple Pilots. Por hoje vou apresentar as duas provavelmente mais famosas, Plush e Creep. Daqui uns tempo, quando tiver escutado toda a discografia dos caras até cansar, atualizo um blog com algo além daquilo enfiado goela abaixo pelas rádios e gravadoras.




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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Quando eu nasci...

... essas duas músicas eram as mais tocadas nas paradas norte americanas e inglesas. Como eu sei disso? Tava zappeando pelo blog da banda Os Impublicáveis, onde eles fizeram um post falando do site This Day In Music. Qual a fidelidade do site eu não sei, mas não custa tentar.

Solta o som.


Parada norte americana


Parada inglesa


Pelo visto piano estava em alta naquele ano. Ah... eu nasci em 27 de outubro de 1988.
Ainda bem que eu só nasci nesse dia. Porque se eu tivesse escutado essas músicas teria depressão com seis meses de vida.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Música para dormir

Meus expedientes na Rádio Udesc têm feito eu conhecer e principalmente relembrar algumas músicas muito boas. A dica de hoje é Silverchair. Baita banda. Baita som.

Pode me chamar de Emo.



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Internet e meu pessimismo

Estou cansado de ler e ouvir por aí que a internet veio para desbancar os grandes conglomerados de comunicação e dar a possibilidade de acesso a conteúdos inéditos para muitos. Quem sou eu para afirmar alguma coisa, tendo em vista a quantidade de mestres e doutores especializados em pesquisas envolvendo a rede de computadores, mas vou me arriscar fazendo algumas avaliações acerca da internet.

O principal motivo deste texto é pelo registro. Quem sabe, daqui uns 15 anos, as pessoas percebam que o que escrevi aqui faz sentido e me deem razão. Ou então podem fazer de conta que nunca leram.

Não acredito que a internet vá mudar muita coisa na nossa realidade de acesso às informações. Entretanto, tenho o bom senso de concordar que o potencial desse meio é muito maior que os demais, mas ainda assim não é o elemento fundamental para mudar alguma coisa. Digo isso pensando no perfil dos produtores de conteúdo (amadores ou profissionais) e de seus receptores.

Podem ser criadas centenas de novos meios de comunicação que vou continuar acreditando que as coisas vão continuar sendo como são. As pessoas de um modo geral não estão preparadas para sair da sua comodidade alienante. As pessoas não são acostumadas a serem pró-ativas e isso é um pré-requisito importantíssimo para aproveitar ao máximo a internet.

Sugiro fazer um exercício de observação rápida. Na média, quantas pessoas no seu círculo de amizade conhecem recursos como o “ctrl + f” para localizar coisas no computador? Quantas pessoas sabe pra que servem as aspas numa busca de conteúdo? Sem falar em usar os símbolos “-“ e “+” ou as expressões “ext:pdf”, “ext:xls”, etc. Mas fazendo uma análise em coisas não virtuais o panorama também me assusta. As pessoas do meu bairro não sabem a diferença entre uma calçada e uma ciclo-faixa até serem atropeladas por uma bicicleta!

Algumas pessoas são extremamente politizadas, mas não devem saber nem como se regula a saturação das cores em uma TV. Esses pontos que apresentei não desmerecem alguém ou torna as pessoas menos inteligentes. Só não acredito que as pessoas estejam preparadas para suportar e conceber o que realmente é a internet.


O mito do fim das empresas de comunicação

A grande maioria dos usuários da internet tem por hábito acessar os grandes portais de conteúdo, como G1, UOL, Terra e afins. A agenda setting continua a ser utilizada mesmo nesse novo meio de comunicação. O treding topics do twitter é reflexo da má utilização dessa ferramenta. No momento que estou escrevendo este texto o termo de maior destaque (depois do anúncio pago) é “#MissUniverso”. Motivo: está sendo transmitido pela televisão. Na sequência aparecem “Claudia Milk” e “Leila Lopes” que se encaixam como sub-temas para o primeiro.




Por hoje esse texto termina aqui, mas vai ter novos desdobramento quando eu tiver mais saco para escrever.

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domingo, 11 de setembro de 2011

Toca RAUL!!!

Uma música por si só já tem a capacidade de expressar uma carga enorme de sentimentos. Quando a sua interpretação vem acompanhada de um toque cênico a expressão artística da obra é ainda mais fantástica. Um bom exemplo tupiniquim é a gravação música Ouro de Tolo, do Raul Seixas, no DVD Baú do Raul. A versão é do músico Baia.


Solta o som!


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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Música para o feriado

Hoje acordei (ainda bem) e quando liguei o rádio estava tocando uma música legal (em uma estação de fora da cidade). A letra é bonita, a melodia é bonita, a interpretação original é bonita, mas vou deixar a sessão "corta-pulsos" para outro dia. Por isso, encontrei uma versão punk da música White Flag, da cantora Dido.

Curte aí.
Começa em 1:28


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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Reconciliação musical

A música é um negócio atemporal e muito louco. Cada dia eu poderia ter uma trilha sonora diferente, mas ao mesmo tempo eu paro e penso que tudo isso começou com alguma música específica. Muitas bandas marcaram o início da minha jornada pela música, mas nem me lembro mais qual tenha sido a mais relevante.

Quando comecei a ouvir rock (mais especificamente) imaginava que as bandas e suas músicas continuariam sempre iguais. Ainda bem que não! Teve vocalista que virou pastor. Banda que acabou. Outras mudaram de estilo. Muitas vezes isso é motivo até para um certo preconceito com estilos e grupos. Mas acredito que tudo seja questão de tempo para que as pessoas compreendam os rumos que algumas coisas tomam.

Não é porque algo não me agrada naquele momento que aquilo tenha se tornado pior. É preciso olhar ao redor e pensar além da casinha. Não gosto de todos os estilos musicais, mas pouco me importa o que você ouve.

Ah... e estou sempre de portas (e ouvidos) abertas para fazerem indicações musicais. É uma alegria ouvir um som novo e curtir de cara.



Para encerrar com a ladainha, vou indicar duas músicas de uma banda consideravelmente marcante pra mim. Agora estou em paz com o Linkin Park novamente.


Primeiro uma das antigas:



E agora uma mais atual:

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Uma seleção musical

Fazendo uma busca por músicas para acrescentar ao repertória da minha banda parei uns instantes para ouvir (e ver) mais de perto alguns sons do Radiohead. Que banda animal. Por isso vou deixar uma sequência de vídeo com algumas versões ao vivo de algumas música do álbum Pablo Honey. Sim, nesse álbum tem uma das (se não a mais) mais famosas músicas do grupo, Creep.


É só dar o play e subir o volume.







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